19 de outubro de 2011

eles andem aí

Ia eu, ia eu a caminho do trabalho, alegremente a ouvir o Beat it do Michael Jackson e deparei-me numa carrinha preta de onde saiam senhores atarefados a carregar coisas para um prédio. Como tive de parar para um deles passar, reparei que na porta lateral da carrinha estava escrito o seguinte "we boost your business in the field".

(este parágrafo destina-se a proporcionar o tempo necessário para digerir esta frase e produzir pensamentos próprios, ou o comum "eu pessoalmente acho que")

Infelizmente, não tive tempo para ver de que era a empresa, sem parecer maluca ou tarada por carrinhas, ou mesmo por senhores transportantes (aviso: a invenção de palavras é importante para a saúde mental das pessoas no geral e no particular).
Mas assim de repente só me faz sentido ser de material bélico, especializado em granadas (principalmente).

18 de outubro de 2011

make-over

Ando em mudanças por aqui e na vida real também. Afinal das contas, não estão assim tão separadas.

a sério, juro que vou mudar.

Nunca damos por ela. Assim à primeira, quero dizer. Estou a falar dos namorados cleeny, daqueles chatos  que criticam meticulosamente tudo e que cobram uma lista infindável de to do's que por clara negligência nos esquecemos. Que nos fazem desenvolver uma capacidade quase 'premonitória' dos nossos passos, para não levarmos na cabeça. Numa de não repetirmos o que, por uma qualquer razão moralista que desconhecemos até então, não devíamos ter feito nunca na vida.
A fase bicuda chega com a dúvida entre ser melhor justificar a atitude ou o ignorar abrupto e contínuo. O que levará eventualmente a um afastamento. Grande. Provavelmente e também, pelo silêncio que se vai 'encastrando' por todo o lado onde passam, mais desconfortável que o de Auschwitz.
Pior que um namorado assim, é um chefe. Onde a pressão assídua gera uma culpa injustificada e faz, por exemplo, tentarmos perceber se por acaso dissemos alto o que estávamos a pensar. Que poderá incluir ofensas e descrições meticulosas de tortura, ao próprio, sem nos apercebermos. Numa de tentar justificar o seu mau humor, constante. Uma forma da nossa consciência dar miminhos ao Ego e afastar a ideia de que de facto possamos ter feito algo de errado.

Estamos sempre em falta. Devíamos ter adivinhado o que ele queria ou ter trazido um chocolate do almoço para saber o quanto gostamos de trabalhar com ele. Pior, é não responder imediatamente a mensagens ou mails. Poderá desencadear imediatamente "a conversa".
Não sei, se óleo de massagem, uma garrafa de vinho e uma promessa de viagem quando fizermos 1 ano para Bora-Bora, poderá resultar, mas duvido. Não que o assédio sexual do escritório não seja altamente, mas tenho para mim que não será a resposta.
Dammit.

17 de outubro de 2011

pelo sim, pelo não (for the yes, for the no)

Resolvi fazer uma caixinha de amigos ali à direita.
Espero é não passar a vergonha de não ter nenhum. Porque é uma vergonha muito grande. Quase tão grande como daquela vez que depois de mergulhar no escorrega da gaivota fiquei com as maminhas ao léu. Damn you bikini de cortinas. E os meus amigos riam-se e perguntavam repetidamente "queres uma mãozinha para subir?" *ah ah ah - riso de adolescente porco*. Enfim, cenas.

é isto.


Para ver o Wally de perto

actualizações

O T1 não correu tão bem quanto esperado. Mais uma vez apanhei uma espécie de senhorio, que me fez a vida negra. Para além do 1º mês inteiro sem água, estive até agora sem máquina de lavar roupa. E se achei que tomar banho de água fria era mau, agora passou-me pela cabeça que preferia ter a máquina da roupa, porque sempre podia mandar-me lá para dentro, amaciador included.
Posto isto, vou mudar outra vez. Desta feita para um T2 e com uma amiga.
Adeus narcisismo, adeus passeios desnudados pela casa, adeus garrafas de vinho solitárias.
Olá casa espectacular :)
(promete-se postar pormenores da casa para provocar inveja em outrem).