Mostrar mensagens com a etiqueta cá em casa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cá em casa. Mostrar todas as mensagens

30 de outubro de 2011

cu cu

Não desapareci. Pelo menos assim para sempre ou por um mês como da última vez.
Mas estou em mudanças e para me conseguir escapar - sem peso na consciência - tem sido dificil. Em relação ao outro tipo de peso - de acartar com coisas que não fazia ideia ter e das quais prometo livrar-me todos os dias e ainda de outras que provavelmente irei acumular - estou a ficar perita.

17 de outubro de 2011

actualizações

O T1 não correu tão bem quanto esperado. Mais uma vez apanhei uma espécie de senhorio, que me fez a vida negra. Para além do 1º mês inteiro sem água, estive até agora sem máquina de lavar roupa. E se achei que tomar banho de água fria era mau, agora passou-me pela cabeça que preferia ter a máquina da roupa, porque sempre podia mandar-me lá para dentro, amaciador included.
Posto isto, vou mudar outra vez. Desta feita para um T2 e com uma amiga.
Adeus narcisismo, adeus passeios desnudados pela casa, adeus garrafas de vinho solitárias.
Olá casa espectacular :)
(promete-se postar pormenores da casa para provocar inveja em outrem).

11 de julho de 2011

quer' papar um americano

Eu vivo perto de uma faculdade, já esperava um sarilho aqui ou acolá. Não que me lembre vivamente de todos os pormenores dessa altura, para além das festas, de algumas vezes estar sóbria e outras ainda ter amigos. Achei que pior que viver à frente do Finalmente e ouvir "oh minha p*** vadia", "oh minha isto e aquilo" de voz grossa, não podia ser*. E isso já são águas passadas.
Mas, a verdade é que o bar da faculdade está sempre aberto até tarde e ter cerveja sempre ao pé é das melhores qualidades que uma rua pode ter. Ora, a média de idades é baixa. Mas a média de volume por carro, bom, essa é muito alta. Nestas semanas reparei que alguns destes rapazes aspiram a uma carreira tuning/ dj bar da Oura. É que já ouvi mais vezes isto na rua do que alguma vez em casa (e só pus aqui, porque o vídeo pixelizado está engraçado).

*Não temos (eu e a Madalena) qualquer tipo de preconceito, com excepção do barulho fora de horas.

9 de julho de 2011

o Simon Cowell é meu vizinho da frente

Não vejo os ídolos assiduamente por isso tive de pesquisar o nome do juri mais conhecido do programa. Se é o vosso caso, o trabalho feito já está feito. Era aquele que dizia mal de todos e estava sempre de trombas.
Mas como dizia, o meu vizinho da frente já me conhece. Vai fazer 2 semanas amanhã que estou nesta casa. Vim morar sozinha para poder fazer tudo o que bem me apetecia e chafurdar num narcisismo puro.
Ora então, desde pequenita que gosto de dançar pela casa tal e qual o videoclip do Girls Just wanna have fun, por vezes numa versão mais picante - upa upa - e por outras vezes ainda com coreografias de fazer vergonha ao João Baião (se isto não fosse anónimo jamais faria tal confissão). Quando se vive com alguém, como era o meu caso com 14 anos, não dá muito bem para mergulhar no ridículo como se quer. Por isso fechava o quarto - mesmo quando os meus pais não estavam em casa - para me dar mais tempo até alguém chegar a casa, e lá ia eu qual Pina Bausch do Lumiar. Uma vez o meu pai abriu a porta e estava eu a dar-lhe no karaoke de champô na mão e óculos de sol. Ao jantar disse que sairia de casa aos 18. Não aconteceu. Foram 4 anos depois, para ir viver com amigas, porque assim as minhas finanças o ditaram. Nem tentei dançar, porque considerei o público intolerante para o meu frágil ego. Nesta última casa também vivia com uma amiga que, vá lá, gostava de assistir às minhas "variedades" nos fins de semana em que não me apetecia ir para o Incógnito.
Mas agora... agora tinha sido todos os dias a bater o pé enquanto o jantar está ao lume. Até hoje. Porque fui apanhada de braços no ar a passar para a sala - a janela estava aberta - e lá estava ele o Simon (que é tanto Simon como eu sou Madalena) na janela à minha frente. Ainda bem que não tinha os cartões de pontuação com ele. O difícil vai ser encontrá-lo no café da esquina. Humpf.

6 de julho de 2011

Remédio para línguas de perguntador

A minha ex-senhoria que de vaca tem tudo, pergunta-me hoje "Mas que raio de profissão tem a menina para nunca estar em casa a horas decentes?". "Sou prostituta", respondo.

Nota: Eu sei que a senhora doutora - como gosta de ser tratada - ex-senhoria tem pouco fazer e gosta de se meter na vida alheia para entreter o dente, mas para pedir uma chave de volta não há necessidade de criticar as horas extra de trabalho, caramba. Não tivesse perguntado e não tivesse sido tão mázinha durante a minha larga estadia de 2 anos naquela casa.